domingo, junho 25, 2006

SUMMER FAIR

Na escola do David. Havia de tudo: comes e bebes, mesas para fazer colagens, brinquedos, livros, cassetes de vídeo e outras bugigangas à venda em segunda mão, um castelo insuflável para as crianças pularem. Por 50 p podiam pular 15 minutos. Os preços dos brinquedos e dos livros oscilavam entre os 20, 30, 50 p e 1 libra. Das comezainas também. Por uma libra escolhíamos um número e habilitávamo-nos a ganhar 40 libras. Havia uma arca cheia de bocados grandes de esferovite, com pequenos presentes lá misturados. Por 30 p remexíamos aquela coisa e escolhíamos um dos embrulhos. Um alguidar com barquinhos e umas canas para pescar os barquinhos. Por 20 p pescávamos o barquinho e ganhávamos um prémio. O Diogo pescou o barco, e depois quis pescar outro, e por fim não queria os lápis, que eram o prémio, mas sim o barco. Fez uma birra. Fez outra birra porque queria ir pular para o castelo mas não queria lá os outros meninos. O David escolheu um embrulhinho da arca que era um lápis com uma pena, mas não gostou. Depois tirou outro, um conjunto de lápis, e disso já gostou. Ao Diogo saiu-lhe um jogo do galo em plástico.

Mas o mais divertido ainda não vos contei. Por 20 p os putos podem atirar com uma esponja ensopada em água à cabeça de um professor! É demais! Há uma tábua colocada na vertical, com um buraco, onde o dito professor enfia a cabeça, rodeado de outros dois buracos para os braços. Depois os miúdos pegam na esponja, e tunga!, atiram-na à cabeça da criatura! Se não acertam a criatura ainda os desafia de lá, com a cabeça e o cabelo a escorrer água, para atirarem com mais força! Conseguem imaginar isto a passar-se em Portugal? Eu não, mas acho uma ideia engraçadíssima!

3 comentários:

Cerejinha disse...

está quase...quase...

soniaq disse...

;-)))

Anónimo disse...

Best regards from NY! » » »