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terça-feira, novembro 15, 2011
Wondering
O mais novo, que já faz 9 anos em Fevereiro, e que ainda, de vez em quando, sai da cama a meio da noite e tateia o caminho até à cama dos pais, quase sempre a dormir em pé, pelo menos é o que parece; e que de outras vezes tem medo de estar no andar de cima sozinho, está que mal pode esperar pela viagem que vai fazer com a escola, onde vai passar uma semana fora de casa. De há uns tempos para cá que não fala de outra coisa. E a mãe, espantada (tanto de surpresa como de alguma preocupação), interroga-se (ficava melhor o inglês wonder, que tanto dá para nos interrogarmos como para nos maravilharmos) e pensa que, também ela, ainda tem muito que crescer.
segunda-feira, outubro 10, 2011
Timidez celestial
O meu filho foi star of the week e ficou envergonhado.
(Eu sou igualzinha mas não digam a ninguém.)
(Eu sou igualzinha mas não digam a ninguém.)
sexta-feira, abril 22, 2011
Tanto tempo
Hoje perguntou-me qual perna partiu, a esquerda ou a direita. Eu já não me lembrava. Fomos ver as fotografias e lá estava a perna azul, a direita. Ele achava que era a esquerda e eu disse-lhe para se pôr na posição da fotografia e ele lá percebeu. Depois ficámos para ali a ver fotografias. Eles tão pequeninos. Tinha 2 anos quando partiu a perna. É o mesmo quando releio os textos dessa altura. Parece há uma eternidade. Como é que me posso ter esquecido qual perna é que ele partiu? Durante muito tempo tudo isso estava aqui gravado na memória. Era só fechar os olhos e via-me a enfiar-lhe uma agulha de tricot entre a pele e o gesso, para lhe aliviar as comichões, que eram ferozes, e nessa imagem tinha a cena à minha frente e visualizava tudo, o lado esquerdo e o direito nítidos como as águas de um lago, desses dessas fotografias tiradas nas montanhas que parecem espelhos.
Muito tempo? Tanto tempo.
Muito tempo? Tanto tempo.
domingo, abril 10, 2011
Marcus the Gorgon Slayer
"Long long ago in Ancient Greece there was a man. He was a very fair and kind young man whose name was Marcus. At the time when he lived in Greece there were lots of diseases. One of them unfortunately hit his father. He couldn't stand it anymore, he had to heal him so, he planned to get the rare mysterious Yaggrasale flower, which lied in the souless island of Catorgi.
After he had set off on his journey it wasn't long before he was in a battle with a sharp clawed giant rat! He took one huge swing that strangely defeated the rat, and he set off into the hottest desert in the entire world.
When he had almost recovered from his wounds he saw an enormous bear, he could just make out it was galloping towards him trying to avoid another battle he just got himself into an even bigger one! He tried stabbing but the bear kept defending so, he hit the bear with his shield, that sent the bear a fling and Marcus quickly ran to his destination.
It wasn't long before he got near the imposing temple of Catorgi. As Marcus crept in he saw the monster resting in the corner. Marcus gazed in horror, Catorgi had sharp jagged teeth like a carpenter saw. Its golden skin reflected any bright light. He was shocked to realise its size was as big as an elephant.
While Marcus was observing the monster he tried so hard to find the mysterious Yaggrasale flower. He came closer to Catorgi, awakening Catorgi's sleep. While Marcus was approaching, Catorgi watched silently! When Marcus came to the end of the temple Catorgi pounced almost on top of Marcus. He quickly turned back holding his sword, another battle had just begun.
Marcus and Catorgi both stood still. Then Marcus quickly took the first attack. For Catorgi it wasn't much of a big deal. Catorgi then bit Marcus's shield and threw it heavily away Marcus now has no protection! Catorgi suddenly froze. His shield was magic! Marcus saw little sparks coming out of Catorgi. It's mouth opened and Catorgi dropped to the floor. Out of his mouth came the mysterious Yaggrasale flower. Marcus had won! He took the flower but he didn't leave the monster out there. When he grew stronger he would build and create a grave for Catorgi for he knew that the Yaggrasale flower was Catorgi's gift and he had to protect it. But of course before that he had to return to his homeland.
He prayed and handed the flower to his father. His father stroked the petal and ate it. His father was healed."
By Diogo, 8 years old
(aqui está a estória que o meu filhote escreveu na escola.)
After he had set off on his journey it wasn't long before he was in a battle with a sharp clawed giant rat! He took one huge swing that strangely defeated the rat, and he set off into the hottest desert in the entire world.
When he had almost recovered from his wounds he saw an enormous bear, he could just make out it was galloping towards him trying to avoid another battle he just got himself into an even bigger one! He tried stabbing but the bear kept defending so, he hit the bear with his shield, that sent the bear a fling and Marcus quickly ran to his destination.
It wasn't long before he got near the imposing temple of Catorgi. As Marcus crept in he saw the monster resting in the corner. Marcus gazed in horror, Catorgi had sharp jagged teeth like a carpenter saw. Its golden skin reflected any bright light. He was shocked to realise its size was as big as an elephant.
While Marcus was observing the monster he tried so hard to find the mysterious Yaggrasale flower. He came closer to Catorgi, awakening Catorgi's sleep. While Marcus was approaching, Catorgi watched silently! When Marcus came to the end of the temple Catorgi pounced almost on top of Marcus. He quickly turned back holding his sword, another battle had just begun.
Marcus and Catorgi both stood still. Then Marcus quickly took the first attack. For Catorgi it wasn't much of a big deal. Catorgi then bit Marcus's shield and threw it heavily away Marcus now has no protection! Catorgi suddenly froze. His shield was magic! Marcus saw little sparks coming out of Catorgi. It's mouth opened and Catorgi dropped to the floor. Out of his mouth came the mysterious Yaggrasale flower. Marcus had won! He took the flower but he didn't leave the monster out there. When he grew stronger he would build and create a grave for Catorgi for he knew that the Yaggrasale flower was Catorgi's gift and he had to protect it. But of course before that he had to return to his homeland.
He prayed and handed the flower to his father. His father stroked the petal and ate it. His father was healed."
By Diogo, 8 years old
(aqui está a estória que o meu filhote escreveu na escola.)
sexta-feira, março 11, 2011
Mania de escrever
O meu filho escreve bem. Já no ano passado me tinham dito isso, na escola, e hoje recebeu um pequeno prémio. Fui assistir à Assembleia e ouvi-o ler o primeiro parágrafo da sua estória. E pude constatar que, de facto, escreve muito bem; parece que estava ouvir o início de uma estória de um livro, que poderia ter sido escrito por um adulto. Se calhar isto não deveria ser uma surpresa para mim, mas é; e é uma surpresa muito boa.
domingo, fevereiro 20, 2011
quinta-feira, outubro 14, 2010
Medo
O miúdo está grande. Herdou as calças e as camisolas do irmão, algumas de tamanho 10 e 11 anos, e tudo lhe serve. O que sobra é insignificante. Cresce a olhos vistos, e os medos acompanham-no. Todas as noites se enrosca em mim e pede que me deite com ele. Umas vezes consigo que adormeça sozinho, outras não. Ontem foi uma dessas em que não consegui. Estava assustado porque o irmão lhe lera num livro que quando pensamos em coisas más elas acontecem. Tentei racionalizar e mostrar-lhe que não, não é assim, olha agora se acontecesse tudo o que de mau pensamos, estávamos bem aviados! Depois dei-lhe o exemplo do que nos chegava do Chile, no ecrã da Televisão: já viste aqueles senhores que ficaram dentro da mina, filho, durante mais de dois meses, podiam ter morrido, foi uma coisa muito má, e olha o que está a acontecer, estão a salvá-los! Uma coisa má às vezes pode tornar-se noutra muito boa! Ele dizia que sim com a cabeça e ainda mais se enroscava em mim. Abracei-o. Ficámos assim enquanto lhe fazia festinhas e falava com ele. Disse-lhe que não precisa de estar sempre assim tão assustado, que não vai acontecer nada de mal. Falei-lhe do acidente que teve aos dois anos, quando partiu a perna, e disse-lhe que foi um susto muito grande, mas que também não foi assim tão mau; afinal agora já está bem, há coisas muito piores. Ele ainda se lembra de tudo e recorda-se de outro incidente menor que lhe aconteceu alguns meses depois, em que quase caiu para dentro de um lago. Na verdade, apenas mergulhou o pé na água, ao desequilibrar-se. O acontecimento, contudo, ficou-lhe marcado como quase uma tragédia. Também se lembra de todos os pormenores e até diz que nós estávamos distraídos e que se não tivesse gritado não tínhamos dado por nada. Novamente tentei acalmá-lo, mostrando-lhe como não foi nada de mais; o lago nem era fundo. Na cabeça dele, porém, não foi bem assim que as coisas se passaram, e parece-me que ainda sofre por todos esses sustos. E eu, eu que conheço tão bem o medo, do avesso e do direito, fico sem saber o que dizer. No fundo, não há nada para dizer.
sábado, setembro 25, 2010
Racing heart
- Ó filho, estavas tão sério lá quando foste receber o prémio, o teu amigo só se ria e tu assim com uma cara tão séria...
- My heart was beating really fast because I was nervous...
(eu sou igualzinha mas não digam a ninguém)
segunda-feira, maio 31, 2010
Pequenos tesouros
Outro dia desatou a chorar porque tinha perdido uma pedra no parque. Era uma pedra especial, com um buraco que tinha a forma de uma cabeça de gato. Assim que cheguei à escola disse-me que tinha de ir ali procurar uma coisa. Ali era junto de um gradeamento para onde a tal pedra tinha entrado, e com a ajuda de um pau lá conseguiu recuperá-la. Estava todo feliz. Depois, como tem a mania de segurar tudo nas mãos, no meio das correrias e brincadeiras, perdeu-a.
Imaginam, depois de todo aquele esforço? Chorava desconsolado.
Voltámos, só para não desmoralizá-lo, porque estava convencida de que nunca a encontraríamos. Uma pedrinha minúscula no meio do parque, cheio de miúdos a correrrem de um lado para o outro? Perguntei-lhe onde se lembrava de a ter pela última vez, e fomos até à árvore. Havia tantas pedras no chão... Missão impossível. As lágrimas corriam-lhe sem descanso. E acreditam? Olhei para o chão, por acaso, e lá estava ela. A pedrinha com a cabeça de gato.
Ficou felicíssimo. Guardei-a na mala, juntamente com outras que já lá estão há uma eternidade.
(Eu sou igualzinha, mas não digam a ninguém).
Imaginam, depois de todo aquele esforço? Chorava desconsolado.
Voltámos, só para não desmoralizá-lo, porque estava convencida de que nunca a encontraríamos. Uma pedrinha minúscula no meio do parque, cheio de miúdos a correrrem de um lado para o outro? Perguntei-lhe onde se lembrava de a ter pela última vez, e fomos até à árvore. Havia tantas pedras no chão... Missão impossível. As lágrimas corriam-lhe sem descanso. E acreditam? Olhei para o chão, por acaso, e lá estava ela. A pedrinha com a cabeça de gato.
Ficou felicíssimo. Guardei-a na mala, juntamente com outras que já lá estão há uma eternidade.
(Eu sou igualzinha, mas não digam a ninguém).
quarta-feira, fevereiro 24, 2010
Little scientist
Oferecemos-lhe um livro sobre peixes. Adora livros com informação sobre os animais e seus hábitos. Tem também sobre dinossauros e insectos. Lê aquelas palavras difíceis todas e depois faz índices em post-its com os assuntos que mais lhe interessam. Salmon and sea bass p. 122. Wels p. 185. Fico zonza com os nomes dos peixes, ainda para mais em inglês. Ele já sabe muitos de cor.
quinta-feira, fevereiro 18, 2010
Who lives in a pineapple under the sea?
Um dia, já não me lembro há quanto tempo, teria o Diogo para aí uns 3 anos, fui dar com uma mosca morta fechada numa peça de lego. Fiquei histérica e ia desatar aos berros, quando me apercebi que quem estava aos berros era ele. Chorava baba e ranho e então reparei que, dentro da peça de lego, para além dos restos mortais da mosca, havia ainda uma espécie de papa, que eu a princípio pensei tratar-se apenas de porcaria, mas que agora, olhando melhor, via que, muito provavelmente, eram mantimentos. O gaiato estava, portanto, a alimentar a pobre da mosca. Depois da choradeira disse-me, ainda aos soluços, que queria um pet (assim numa vozinha muito sumida).
Ora amanhã, que faz 7 anos, vai receber finalmente o seu querido e adorado pet. Não, não é um moscardo, nem um aracnídeo, sem sequer um réptil. É um peixe, aliás, dois. E também não vai ser amanhã. É que hoje, quando fomos comprar os peixes, fomos informados que só os podemos colocar dentro de água depois de sete dias do aquário montado. Ainda tivémos de ouvir as bocas do David, you should learn about things first... O aquário já está montado, mas faltam os peixes. Só daqui a sete dias, pronto. Quando era pequena também tive um aquário e não me lembro destas mariquices. Enfim, o gaiato está contente, é o que interessa.
segunda-feira, novembro 09, 2009
quarta-feira, outubro 07, 2009
quinta-feira, junho 18, 2009
Todos os dias
pela manhã, há dez ou quinze minutos de leitura na sala dele. Nessas ou naquelas em que lê para mim em casa, fico sempre espantada e deslumbrada com o desembaraço dele. Lê depressa, com confiança, sem atropelos nem tropeções. E eu oiço, e tenho de engolir a baba ;-)
quarta-feira, junho 03, 2009
Mas porque raio é que ele só grita, ou geme, ou grunhe, ou berra, ou sei lá o quê?
Pronto, eu confesso: o rapaz tem a quem sair. Lembro-me (é incrível como a gente se lembra de coisas em que não pensávamos há tanto tempo quando nos pomos a tentar decifrar os nossos filhos) de também me exprimir por onomatopeias, num grau que deixava os adultos, muitas vezes, à beira do desespero, sem saberem se me haviam de ignorar ou pregar um tabefe. Ao ponto de haver na família e nos amigos mais chegados quem me chamasse ambulância e menina do ó.
(Sim, do ó, que era como eu respondia quando não queria que me chateassem com perguntas parvas).
domingo, abril 19, 2009
O meu filho
fala por monossílabos e grunhidos. Eu desespero, porque não percebo o que diz. Perco completamente a paciência depois de lhe pedir que me explique o que se passa e ele disparar com uma frase de rajada em inglês tão cerrado que se torna ainda menos inteligível que os grunhidos e os monossílabos. Chora sempre alto e aos gritos. Ainda mais quando o mando para a cama, quer sejam oito da noite ou uma da manhã. Agarra-se a mim e não me quer largar. Eu às vezes acho que ele já não tem idade para ser tão agarrado à mãe mas depois quando me deita os braços à volta do pescoço não resisto. A verdade é que sou tão agarrada a ele como ele a mim, e ai de quem me disser que já não tenho idade para isso.
sábado, março 21, 2009
sexta-feira, fevereiro 20, 2009
E ele?
Ele está cada vez mais bonito e menino crescido-que-há-muito-deixou-de-ser-bebé-mas-que-ainda-gosta-de-se-aninhar-no-colo-da-mãe-como-se-ainda-lá-coubesse.
E cabe, e vai sempre caber!
quinta-feira, fevereiro 19, 2009
6 anos

O tempo voa, o tempo corre, o tempo dança
e a gente envelhece.
A gente não esquece aqueles momentos
aqueles únicos que teimamos em guardar
mas que nos fogem das mãos
em asas ansiosas de liberdade.
Liberdade.
Será que passámos a ter medo dela?
Como foi possível?
Não, apenas estamos mais velhos.
Talvez mais patéticos.
Mais autênticos, no fundo.
Menos produzidos.
Mais descabelados, mais gordos, mais flácidos.
Mais pés na terra?
Também não. Ainda não desistimos de voar.
Eu, pelo menos.
Não quero que andes para trás, ó tempo.
Quero que voes. E me leves contigo.
(devia antes dizer a gente cresce em vez de a gente envelhece.
É que, por mais que olhe para o espelho, não me vejo envelhecer. Às vezes, acho que ainda encontro o mesmo rosto de há trinta anos atrás. Com algumas diferenças, é certo, mas o mesmo)
sexta-feira, setembro 12, 2008
Das leituras das coisas (e das palavras)
Eu nunca tinha pensado que livros e leite pudessem ter algo em comum.
Até ao dia em que o Diogo perguntou, muito espantado, depois de ouvir a palavra "leitura":
- Leitura, mamã? O que é leitura?
Depois de esclarecido, ainda não estava convencido:
- É que leitura parece que vem de leite!
Tive de concordar com ele. De facto, o raciocínio até que revela alguma perspicácia.
E hoje, quando líamos um livro, e nos deparámos com uma vaca leiteira nas ilustrações, ele suspirou,com ar sonhador e um pouco desapontado:
- Eu nunca vi uma vaca leitora... Eu queria ver uma vaca leitora, mamã!
Eu cá, também nunca vi nenhuma.
Mas gostava. Palavra.
(Estas coisas, além de me fazerem dar gargalhadas e de me deliciarem, também me deixam a pensar. Isto é curioso. Se nunca tivéssemos saído de Portugal e se neste momento a língua portuguesa não fosse, para eles, menos usual que a inglesa, de certeza que estas coisas não lhe ocorreriam. Geralmente, ocorrem quando as crianças começam a aprender a falar. Quando dizem, por exemplo, eu ouvo, em vez de eu oiço, e outras coisas que tais, que nos deixam sempre o sorriso e o espanto à beira dos lábios. A língua, de facto, é uma coisa fabulosa).
Até ao dia em que o Diogo perguntou, muito espantado, depois de ouvir a palavra "leitura":
- Leitura, mamã? O que é leitura?
Depois de esclarecido, ainda não estava convencido:
- É que leitura parece que vem de leite!
Tive de concordar com ele. De facto, o raciocínio até que revela alguma perspicácia.
E hoje, quando líamos um livro, e nos deparámos com uma vaca leiteira nas ilustrações, ele suspirou,com ar sonhador e um pouco desapontado:
- Eu nunca vi uma vaca leitora... Eu queria ver uma vaca leitora, mamã!
Eu cá, também nunca vi nenhuma.
Mas gostava. Palavra.
(Estas coisas, além de me fazerem dar gargalhadas e de me deliciarem, também me deixam a pensar. Isto é curioso. Se nunca tivéssemos saído de Portugal e se neste momento a língua portuguesa não fosse, para eles, menos usual que a inglesa, de certeza que estas coisas não lhe ocorreriam. Geralmente, ocorrem quando as crianças começam a aprender a falar. Quando dizem, por exemplo, eu ouvo, em vez de eu oiço, e outras coisas que tais, que nos deixam sempre o sorriso e o espanto à beira dos lábios. A língua, de facto, é uma coisa fabulosa).
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